Excertos, Mário Quintana, Poemas

Soneto XIX (excerto)

Tu és a minha doce Prometida,
Nem sei quando serão as nossas bodas,
Se hoje mesmo… ou no fim de longa vida…

E as horas lá se vão, loucas ou tristes…
Mas é tão bom, em meio às horas todas,
Pensar em ti… saber que tu existes!

4 comentários em “Soneto XIX (excerto)”

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